Economia

Ministro promete botijão de gás “pela metade do preço” daqui há dois anos

Por Marco Eusébio

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Paulo Guedes disse na terça (09) no evento de prefeitos em Brasília que o preço do gás de cozinha vai cair pela metade em até dois anos, dentro do plano do governo de fazer um "choque de energia barata". Para isso, disse ser preciso "quebrar o monopólio” do refino do petróleo, concentrado nas mãos da Petrobras, e da distribuição do combustível. "Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar pela metade do preço à casa do trabalhador brasileiro", afirmou. O ministro da Economia citou que no Brasil, o BTU (unidade de gás) custa US$ 12, mais caro que os US$ 7 cobrados no Japão e na Europa que precisam importar da Rússia. Nos Estados Unidos, que têm gás natural, o BTU custa US$ 3, comparou. "No Brasil é mais caro que nos países que não têm gás. Por quê? Porque tem monopólio. Vamos quebrar esses monopólios e vamos baixar o preço do gás e petróleo com a competição, fora a redução da roubalheira" declarou Guedes. (Com O Globo)

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Indagado sobre sua atuação nas redes sociais, Jair Bolsonaro disse à Jovem Pan na segunda (08) que gasta, no máximo, 30 por dia com a atividade, e reiterou que o filho Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio, o ajuda nessa tarefa. "Quem me ajuda nessa coordenação é o Carlos Bolsonaro. Por isso muita gente quer afastá-lo de mim. A o pit bull, tá atrapalhando... tá atrapalhando o quê? (...) Ele não atrapalhou em nada. Eu acho até que ele deveria ter um cargo de ministro. Ele que me (sic) botou aqui. A mídia dele que me botou aqui", afirmou em entrevista ao comentarista Augusto Nunes no Palácio do Planalto, frisando que o filho "não tá pleiteando cargo de ministro". Veja em vídeo a entrevista em o presidente fala sobre demarcações indígenas, reformas e outros assuntos.

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Senadora conhecida como 'Moro de Saias' tem mandato cassado em Mato Grosso

No vizinho Mato Grosso, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), por unanimidade, cassou na quarta (10) os mandatos da senadora Selma Arruda (PSL) e de seu suplente, Gilberto Possamai, por omitirem da Justiça Eleitoral despesas de R$ 1,2 milhão na campanha de 2018, configurando caixa dois e abuso de poder econômico. Uma nova eleição deve ser feita para preencher o cargo. A decisão é simbólica. Ex-juíza que atuou por 22 anos na 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma gostava de ser chamada de "Moro de saias". Dura na aplicação da lei penal, se orgulhava de negar os pleitos das defesas e de falar de si como protagonista no combate à corrupção. Selma Arruda promete recorrer ao TSE.

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