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Ao descartar André e Reinaldo, Bolsonaro admite aliança com Odilon

Folha de Dourados

Jair Bolsonaro em recente visita a Dourados – Foto: Divulgação

O deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PSL, admitiu ao portal de notícias Top Mídia News, de Campo Grande, que seu partido não tem estrutura para lançar candidatura própria ao Governo de Mato Grosso do Sul e, nas entrelinhas, sinalizou uma possível aliança com o pré-candidato do PDT, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira.

“Vocês terão que apoiar alguém que interessa para o Estado. Quem passou ou está passando e, por ventura, não correspondeu às expectativas, não vamos cerrar fileira com eles”, disse Bolsonaro aos dirigentes do PSL no Estado.

Os dirigentes interpretaram a declaração de Bolsonaro como veto à coligação com o ex-governador André Puccinelli (MDB) e ao atual Reinaldo Azambuja (PSDB). Como além deles estão colocadas apenas outras duas candidaturas potenciais – a do ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci (PT) e a de Odilon – as palavras dele têm endereço certo.

Ao site de Campo Grande, Bolsonaro afirmou que o diretório estadual do PSL terá autonomia nas articulações políticas, mas terá que ter ‘pé no chão’. Além disso, o nome do candidato ao Senado em Mato Grosso do Sul será indicado diretamente pela Executiva Nacional.

Bolsonaro reafirmou ainda que o futuro ministro da Agricultura, caso seja eleito presidente, será indicado pelo setor produtivo, escutando representantes de todos os Estados.

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